Maria Villares
Três Artistas, Três Caminhos
Selma Daffré
1989
Maria, procurou como ponto de partida num aquário de vidro onde guarda objetos-memória: conchas, pedras, e sementes, a possibilidade de traduzir para nós seu próprio mundo. Porém, esta leitura nos remete a um outro universo. A figura que se enuncia, mágica, agora transformada, nos leva a abstrações líricas e sensíveis, distanciando-se do objeto de análise. Maria se liberta dos vínculos do primeiro referencial, elaborando novas formas onde o gestual passa a estruturar a imagem criada.